quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Eleiçôes - Votar um dever cívico

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Os nossos deputados

Um homem passa pela porta do plenário da Assembleia da República e ouve uma gritaria que saía lá de dentro

"Filho da Puta, Cabrão, Paneleiro, Drogado, Ladrão, Vigarista, Salafrário, Assassino, Traficante, Mentiroso, Pedófilo,Procheneta, Chulo, Azeiteiro, Chouriço, Vagabundo, Sem Vergonha, Trafulha, Preguiçoso de merda, Vendido, Traidor, Usurário, Foragido à Justiça, Oportunista, Engana Incautos, Assaltante do Povo...

Assustado, o homem pergunta ao segurança parado na porta:

"Ena pá, o que é que aconteceu aí dentro!!? Há zaragata?!

"Não", responde o segurança. "Para mim, estão a fazer a chamada para saber se falta alguém".


quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Curiosidade

Napoleão Bonaparte, durante as suas batalhas usava sempre uma camisa de
cor
vermelha. Para ele era importante porque, se fosse ferido, na sua camisa
vermelha não se notaria o sangue e os seus soldados não se preocupariam e
também não deixariam de lutar.
Toda uma prova de honra e valor.
...Duzentos anos mais tarde, Sócrates usa sempre calças castanhas...

Pensamento

"Que bom seria se um deputado tivesse febre aftosa; peste suína; ou gripe das aves.

Aí... seríamos obrigados a sacrificar todo o rebanho!"

(Um veterinário)

"Consultório sentimental"

"Minha Cara,

Tenho, sinceramente, muita pena de si...

Em primeiro lugar, tive a pena de constatar que só se sentiu realizada, minimamente realizada, em 20% dos minetes que lhe fizeram.

Concordo consigo quando diz que os homens devem perguntar ás respectivas se estão contentes com o seu desempenho. Nesse caso, porque é que assume claramente que finge os seus orgasmos? Das duas uma, ou a menina nunca foi "comida" como devia, ou então, coitadinha, não tem mesmo jeitinho nenhum para o sexo.

Nós,homens, também lhe podemos fazer, por exemplo uma estatística de quantas mulheres são ou não boas na cama. Ou quantas fazem ou não, bons broches.

O que nunca lhe vamos poder fazer é fingir um orgasmo. Isto, claro, se conseguir que atinjamos um.

Acredite que há muitos homens que perguntam as parceiras se estão contentes com o seu desempenho. E acredite também que a maior parte dos homens não teve que ler um manual para fazer bons minetes. Apenas teve que os fazer, uma e outra e outra vez. Só com treino se consegue melhorar a performance minha cara.

Em segundo lugar, informo-a que, caso ainda nao tenha percebido, o que você está a fazer é, muito simplesmente, a aumentar o número de homens que pratica mau sexo. Você e as mulheres como você. Ora repare: se você finge um orgasmo de cada vez que está com um homem, em primeiro lugar, está a fazer com que o homem acredite que realmente percebe do assunto (Sim, há homens que não percebem). Em segundo lugar, está a fazer com que este mesmo homem, não se esforce o suficiente para agradar a parceira na relação seguinte.

Penso que estamos ambos de acordo, quando digo que uma situação destas não agradável, nem tão pouco desejável, certo?

O meu conselho, se o quiser aceitar, : Faça mais sexo!!! A sério, penso que você precisa. Mas faça mais sexo sem fingir orgasmos. Vai ver que a sua vida sexual melhorar exponencialmente, e escusa de se vir queixar para as revistas. é obvio que nem todos os homens lhe vão dar um orgasmo, ambos sabemos isso. Mas vão tentar, isso, eu garanto...

E já agora. Informo-a também que não é assim tão raro uma mulher pedir ao "querido" para fazer assim ou assado. Não julgue todas as mulheres por si,

Um Cordial abraço,

Miguel Sousa Tavares"

terça-feira, 28 de Julho de 2009

Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos


Uma cambada de bandidos ao saque dos nossos impostos…

Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE

É uma golpada com muita classe, e os golpistas somos nós....

Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era
presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos
Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e,
dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve.

Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu
cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade
ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego,
fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade
empregador, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer
benefícios.

Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai
para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o
máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego.

Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo:
«Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».

E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por
vontade própria!».

E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os
tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o
trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».

Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá,
como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de
administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de
acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de
administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o
que não resultar desses estatutos».

Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE foram mais vantajosos para os
seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.

Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE
desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração,
apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema
ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem
com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus
cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos
governantes.

Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites,
de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados
baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma,
de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário
público. Mas, voltemos à nossa história.

O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de
férias, subsídio de Natal e ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais
de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os
subsídios de férias e Natal e ajudas de custo.

Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a
ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições
legislativas para o sector energético.

E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não
bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não.

A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém
através da mediação e da tentativa de conciliação das partes
envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de
serviço.

Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas
astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos
aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa
chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de
pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo?
Politicas à parte estou em crer que perante esta e outras, só falta
mesmo manifestarmos a nossa total indignação.

sábado, 25 de Julho de 2009

Erro ...